Florianenses irão disputar competição em Belém do Pará
Uma
delegação de onze atletas florianenses foi à cidade de Teresina,
capital piauiense, para participação numa competição, sendo que deste
numero, sete foram classificados para representar o estado no Campeonato
Brasileiro de Judô região II.
Dos
alunos classificados quatro fazem parte de uma academia de lutas e os
demais são de projetos sociais: PAIF (Programa de Atenção Integral à
Família) e do PET (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) que em
Floriano tem a coordenação da Secretaria de Assistência e
Desenvolvimento Social.
Os
classificados foram: Samuel Martinez, Luan Lima, Léo Monteiro, Caio
Dias, Ilevan Felix, Mateus Kaleb e Benedito Moreira. A competição estará
se realizando nos dias 18 e 19 de abril na cidade de Belem, estado do
Pará. À esquerda está o professor Nilo Carvalho.
PAIF
O
PAIF visa desenvolver ações e serviços básicos continuados para
famílias em situação de vulnerabilidade social na unidade do CRAS, tendo
por perspectivas o fortalecimento de vínculos familiares e
comunitários, o direito à Proteção Social Básica e a ampliação da
capacidade de proteção social e de prevenção de situações de risco no
território de abrangência do CRAS.
Diretrizes metodológicas do PAIF
Articular o conhecimento da realidade das famílias com o planejamento do trabalho;
Potencializar a rede de serviços e o acesso aos direitos;
Valorizar as famílias em sua diversidade, valores, cultura, com sua história, trajetórias, problemas, demandas e potencialidades;
Potencializar a função de proteção e de socialização da família e da comunidade;
Adotar metodologias participativas e dialógicas de trabalho com as famílias;
Implementar serviços socioassistenciais em caso de trabalho com famílias indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais.
Diretrizes metodológicas do PAIF
Articular o conhecimento da realidade das famílias com o planejamento do trabalho;
Potencializar a rede de serviços e o acesso aos direitos;
Valorizar as famílias em sua diversidade, valores, cultura, com sua história, trajetórias, problemas, demandas e potencialidades;
Potencializar a função de proteção e de socialização da família e da comunidade;
Adotar metodologias participativas e dialógicas de trabalho com as famílias;
Implementar serviços socioassistenciais em caso de trabalho com famílias indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais.
fonte:piauinoticias

