Piauí terá US$ 350 milhões para ações de inclusão social e economia verde
O estado do Piauí recebeu do Banco Mundial um empréstimo de US$ 350
milhões, equivalentes a cerca de R$ 600 milhões para projetos de
assistência. Agora, a proposta deve ser aprovada pela Secretaria do
Tesouro Nacional e pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Depois
disso, com o crivo da Casa Civil da Presidência da República, passará
pela avaliação da Comissao de Finanças do Senado.
Segundo o Banco, mais de 200 mil famílias pobres deverão ser beneficiadas com as políticas de crescimento verde e inclusão social. O objetivo é melhorar a agricultura sustentável e serviços para as comunidades rurais do estado.
Aumento de Renda
O anúncio foi feito na última terça-feira (5), em Washington, sede do Banco Mundial.
Pela proposta, 40 comunidades quilombola receberão assistência para regularizar escrituras de suas terras, subir a capacidade de produção agrícola e gerar aumento de renda.
O governador do Piauí, Wilson Martins, afirmou que as medidas não só irão promover crescimento econômico, mas também formar pessoal.
No comunicado, o Banco Mundial lembrou que o estado é marcado por contradições. Ao mesmo tempo em que detém 25 milhões de hectares com recursos importantes, o Piauí também apresenta um dos indicadores sócio-econômicos mais baixos do Brasil. O estado tem a segunda taxa mais alta de analfabetismo.
Segundo o Banco, mais de 200 mil famílias pobres deverão ser beneficiadas com as políticas de crescimento verde e inclusão social. O objetivo é melhorar a agricultura sustentável e serviços para as comunidades rurais do estado.
Aumento de Renda
O anúncio foi feito na última terça-feira (5), em Washington, sede do Banco Mundial.
Pela proposta, 40 comunidades quilombola receberão assistência para regularizar escrituras de suas terras, subir a capacidade de produção agrícola e gerar aumento de renda.
O governador do Piauí, Wilson Martins, afirmou que as medidas não só irão promover crescimento econômico, mas também formar pessoal.
No comunicado, o Banco Mundial lembrou que o estado é marcado por contradições. Ao mesmo tempo em que detém 25 milhões de hectares com recursos importantes, o Piauí também apresenta um dos indicadores sócio-econômicos mais baixos do Brasil. O estado tem a segunda taxa mais alta de analfabetismo.
fonte:portaldaclube


