37% dos brasileiros não entendem as tarifas de operadoras de celular
Quem nunca teve dúvidas referentes às tarifas cobradas em sua conta de celular? Segundo uma pesquisa global da consultoria Ernst & Young, 37% dos consumidores brasileiros afirmaram não entender completamente as tarifas cobradas pelas empresas de telefonia móvel.
De
acordo com o panorama com 12 países participantes, o brasileiro não
está sozinho: 1 em cada 3 entrevistados se confundem com as tarifas
cobradas e, se incluir as pessoas que “não sabem”, a proporção fica
ainda maior, cerca de 1 em cada 2 consumidores.
Apenas
25% dos brasileiros entendem completamente a conta de seu celular e,
considerando a proporção dos países, 1 em cada 5 clientes sabem avaliar
com precisão as tarifas cobradas.
A
pesquisa ainda revela que que a confusão sobre as cobranças é
igualmente alta em planos pré e pós-pagos. “Isto é surpreendente, dada a
relação mais estreitada entre as operadoras e seus clientes nos últimos
anos, por conta das ferramentas mais usuais, como o site das empresas e
serviços de atendimento ao cliente”, analisou o estudo.
Comunicação falha
Apesar
da presença consolidada dos celulares no Brasil, com cerca de 260
milhões de acessos segundo a Anatel, as operadores ainda têm uma
comunicação ruim com seus clientes, em relação às ofertas de novos
serviços e planos.
Apenas
24% dos consumidores entendem completamente os serviços ofertados pelas
operadoras, 30% entendem grande parte e 34% não compreendem a maioria
das informações ou se confundem com os valores. Mundialmente, 3 em cada
10 operadoras não se dedicam o suficiente para deixar claro aos seus
clientes os serviços oferecidos.
Preferências
Quando
à preferência dos brasileiros sobre o pagamento da conta do celular,
41% afirmaram pagar um preço fixo por serviços ilimitados mensalmente,
28% preferem serviços ilimitados com preço fixo diário e 15% pagam os
serviços de acordo com seu uso (pré-pago).
Atualmente,
os consumidores afirmaram ter mais segurança para acessar serviços pelo
celular. A transferência de dinheiro e a utilização das redes sociais
foram os mais citados, com respectivamente, 43% e 42%.
fonte:cidadeverde